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domingo, 17 de julho de 2011

Conhecendo os elementos utilizados na prática dos terreiros de Umbanda


 Defumação - Ato de purificar o ser, o objeto e o ambiente, através da fumaça.
É o ato de expulsar o negativo, através de aromas, ou seja, das essências (ervas: alecrim, benjoim, incenso e outras), de acordo com a necessidade da utilização.
A defumação é uma prática antiquíssima de todas as religiões e de todos os povos.
A defumação tem sempre caráter expulsatório (exorcístico) de espíritos.
O emprego sistemático da fumaça deve ser reminiscência indígena.
Entre todas as tribos da raça Tupi, o Tabaco é considerado como planta sagrada.
O segredo e a utilização desses elementos por parte de nossas entidades, do uso do cachimbo, do charuto e do cigarro nos trabalhos, defumando e não como vício, como soprar a fumaça, são variados, dependendo do caso em questão.

Atuação do Defumador
1ª. - A essência do defumador, desfazendo-se no ambiente, isto é, misturando-se com o éter atmosférico, vai ser sentido pelos espíritos;

2ª - Seu aroma desperta alguns centros nervosos dos médiuns, fazendo esses centros vibrarem de acordo com as irradiações fluídas da Entidade.
Fogo - Utilizado para acender defumadores, charuto, cachimbo, cigarro e pólvora, bem como para cozinhar as comidas oferecidas às Entidades.
Associado nos ritos de magia e religião como afastador de espíritos ruins e dos males.
O fogo da pólvora (tuia) produz o estouro e a fumaça para que expulse a negatividade, rompendo o campo magnético.
Velas - Vieram para a Umbanda por influência do Catolicismo.
Iluminadas, são ponto de convergência para que o umbandista fixe sua atenção e possa assim fazer sua rogação ou agradecimento ao espírito ou Orixá a quem dedicou.
Ao iluminá-las, homenageia-se, reforçando uma energia que liga, de certa forma, o corpo ao espírito.
Água - Sua utilidade é variada.
Serve para os banhos de amacis, para cozinhar, para lavar as guias, para descarregar os maus fluídos, para o batismo.
Dependendo de sua procedência ( mares, rios, chuvas e poços), terá um emprego diferente nas obrigações.
A água poderá concentrar uma vibração positiva ou negativa, dependendo do seu emprego.
Ponto Riscado - Se não houvesse o segredo, para que então o ponto riscado ? Cada ponto, seja de Caboclo, do Preto Velho ou do Exu, tem uma interpretação, podendo identificar aquele que o risca, podendo caracterizar a natureza do trabalho.
Concentração - É ter a mente fixada sobre um objeto.
Meditação - É uma corrente contínua de pensamentos a respeito desses objetos.
Bater Cabeça - O médium da Casa, em respeito às firmezas dos Orixás, deita-se de barriga pra baixo em frente a ele (Gongá) a fim de pedir proteção.
Gongá - Altar dos Orixás, onde ficam os símbolos, otás, fetiches, comidas dos mesmos, imagens, etc...
Sineta Litúrgica ou Adejá - É um instrumento chegada de entidades.
Deve ser utilizada e consagrada em momentos apropriados somente por pessoas capacitadas para tal, devendo ser guardado no Gongá.
Otá - Pedra ou pedaço de metal, axé do Orixá (onde se fixa a força mágica do Orixá).
O otá tem vida; somente assim é um otá. Sua forma, dependendo do Orixá, poderá ser redonda, arredondada (ovalada) ou comprida.
Preceito - Normas, proibições e recomendações relativas ao culto.
Bebidas - Na Umbanda, bebem os médiuns irmanados com seus Guias espirituais, na certeza de que confraternizam bridando com seus coetés (cuias), invocando os poderes do Deus Onipotente na sua Corte Celestial com os Ministros (Orixás).
Penacho e Cocares - Os guias não precisam deles para demonstrar sua condição de representantes do Orixá, entretanto, para melhor tomarem contato com a Terra, uma vez que sentem saudades, muitas vezes, da sua permanência neste Planeta, como antes encarnados que o foram, bem como, para dar cunho de materialidade nos seus trabalhos.
Charutos, Cachimbos e Cigarros - O segredo e a utilização, desses elementos por parte de nossas entidades, o modo como a fumaça é dirigida (magia) tem o seu eró (segredo) e não é como muitos utilizam, para alimentar a vaidade, o vício e a ignorância.
Pemba - A força esotérica da Escrita astral, na Umbanda é feita pela Pemba (giz oval - forma cônica), que tem o poder de abrir e fechar trabalhos de magia, e de purificar, quando em forma de pó é lançada ao ar no ambiente em que se utiliza.
Prece - É uma evocação por meio da qual colocamos nossos pensamentos em relação ao ente e Entidade a que nos dirigimos.Pode ser pensada ou mentalizada, falada ou cantada.
Obrigação - É um dever, um compromisso com as Entidades. Implica na presença do Sacerdote, que com sua força espiritual, com o conhecimento do ritual e do material a ser aplicado na obrigação, estabelece o elo, o canal entre o filho e as forças espirituais.
Oferenda - É um ato livre que qualquer pessoa pode fazer, desde que tenha conhecimento do que poderá oferecer à Entidade.
Corimbas - São cânticos invocando as Entidades, marcando o início de sua incorporação ou desincorporação, para criar formas mágicas para determinados trabalhos, para abrir e fechar sessões no Terreiro, parar pedir forças espirituais, para afastar espíritos maus, para pedir maleme (perdão) e outras diversas finalidades.
Atabaques - Eles servem para manter o ambiente sob uma vibração homogênea e fazer com que todos os médiuns permaneçam em vibração (danças, aceleração do médium, principalmente em desenvolvimento).
Paó (3 palmas lentas) - Utilizado para pedir permissão para entrar, saudar e licença.
Bater com as pontas dos dedos, no chão - Da mão esquerda: Saudando os caminhos de Exu;
da mão direita: Saudando, homenageando e pedindo licença ao local.
Guias (fios de contas) - É um colar ritual de miçangas, contas de cristal, de louça, de frutos pequenos, construídos de acordo com a Entidade, que designa também a cor de sua preferência. Podem ter pequenos objetos presos a eles.
A Guia (fio) de Exu é colocado no pulso do braço esquerdo, nunca passando pela cabeça do umbandista.
Vestimenta Roupa Branca (Roupa de Santo) - É a vestimenta para a qual devemos dispensar muito carinho e cuidado, idênticos ao que temos para com nossos Orixás e Guias. As roupas devem ser conservadas limpas, bem cuidadas, assim como as guias (fios de contas), não se admitindo que um médium, após seus trabalhos, deixe suas roupas e guias no Terreiro, esquecidas. Quando a roupa fica velha, estragada, jamais o médium deverá dar ou jogar fora.
Ela deverá ser despachada no mar, juntamente com uma pequena imantação (oferenda) para o Orixá ou Entidade a que pertencer.
Fica claro que é obrigatório seu despacho, pois trata-se de um instrumento de trabalho do médium.
Toalha Branca (Pano da Costa) - Trata-se de um pano branco em formato de toalha (retangular), podendo ser contornado ou não com renda, fino ou grosso, de tamanho aproximado de 0,50 x 0,76 m.No caso dos homens, é pendurado do lado esquerdo, no ombro ou na cintura e no caso das mulheres, por cima dos ombros ou na cintura, do lado direito. É utilizado para o médium bater cabeça.
Trabalhar descalço - O médium, sempre que possível, deve trabalhar descalço por uma questão de humildade e para facilitar a incorporação, bem como para haver melhor descarga dos fluídos nocivos, diretamente para a terra.
Estando o médium calçado, estará isolado da terra, o que dificultará a eliminação dos fluídos nocivos (negativos), assimilados ao se transpor as encruzilhadas, cemitérios, hospitais, etc..., quando da vinda para o Terreiro.
Banhos de Descarga - São coisas sérias, requerendo atenção de quem os toma, bem como de quem os administra.
É um banho de flores, ervas ou essências.
Cada um deles traz o seu magnetismo e a pessoa vai absorvê-lo de modo que ao tomá-lo, elimina toda a influência negativa agregada a sua vibratória humana (corpo etérico).
As ervas, de preferência, devem ser colhidas por pessoas capacitadas para tal, em horas e condições exigidas, entretanto, podem ser usadas também as adquiridas no comércio (frescas), desde que quem vá usá-las, as conheça. Poderão ser também preparados banhos de descarga, com rosas brancas (banho neutro) e de efeito muito positivo, podendo ser tomado por qualquer pessoa sem afetar sua faixa vibratória.
As essências também devem ser utilizadas com cuidado, pois contêm muita vibração, somente administradas por pessoas capacitadas.
Preparo - O melhor modo pelo qual obtemos uma maior imantação, seja ele com flores, ervas ou essências, é através do calor, da evaporação, isto no ritual da Umbanda.
Colocamos numa panela a água e a deixamos ferver.
Quando estiver fervendo, apagamos o fogo.
Então, colocamos as pétalas das flores, ervas ou essências, abafando e deixando em fusão para o devido cozimento por evaporação.
No caso das flores e ervas, após o cozimento, coamos o mesmo num pano branco e guardamos os resíduos para serem despachados oportunamente.
Uso - O chacra mediúnico (frontal) e glândula (nuca) são os dois pontos que fecham a faixa vibratória mediúnica. Com elas, para o cérebro convergem as vibrações captadas, sendo razão indispensável para que o banho seja derramado sobre a cabeça, pois daí parte todo comando do corpo, o que por outro lado acarretará prejuízo, quando mal aplicado (no caso das ervas e essências), caso este em que o magnetismo do banho não estiver em harmonia com a vibratória mediúnica da pessoa (Orixá de Coroa).
Passe - Os passes não fazem parte do corpo doutrinário do Espiritismo.
Eles remontam aos mais remotos tempos e constituem recursos naturais, postos à disposição dos homens para as tarefas de socorro ao próximo.
O Novo Testamento demonstra que Jesus e os Apóstolos utilizavam-se dos passes como recursos magnéticos curadores aliados a recursos espirituais, curando pela imposição das mãos ou pelo influxo das palavras de fé.
Graças à sua feição de "Consolador Prometido", o Espiritismo, conserva e difunde essa modalidade de auxílio, a fim de atender uma infinita quantidade de pessoas que batem às portas dos Centros Espíritas, na esperança de cura ou de alívio.
O Passe é uma "transfusão de energias psicofísicas, operação de boa vontade, dentro da qual o companheiro do bem cede de si mesmo em benefício de outrem" (Emmanuel).
Para o êxito dessa operação, cabe ao médium passista buscar na prece o fio de ligação com os planos mais elevados da vida.
Mágoas excessivas, paixões, desequilíbrio nervoso e inquietude, bem como alimentos inadequados e alcoólicos, são fatores que reduzem as possibilidades do passista e que, portanto, devem ser evitados.
Aqueles que se consagram aos trabalhos de assistência aos enfermos através de passes, devem cultivar, além da humildade, boa vontade, pureza de fé, elevação de sentimentos e amor fraternal.
Nos processos patológicos orgânicos, os "passes" não dispensam os recursos da Medicina, devendo ser utilizados como complemento.
Entidades Espirituais - São espíritos de alta, média e baixa faixa vibratória, em ascensão evolutiva, ou não, no Plano Espiritual.
Guia (Entidade) - É o espírito de luz que procura guiar os homens, afastando-os do mau caminho, representando o Orixá de coroa de médium.
Poderá ser um Caboclo ou um Preto Velho.
Protetor (Entidade) - É um espírito que passou pela vida terrena e deseja obter mais luz, fazendo o bem e promovendo a paz entre os homens que vivem ainda no plano material. Poderá ser um Boiadeiro ou Exu (macho e fêmea).
Egum - É um espírito sem luz, ou pouca luz, de um desencarnado.
Falanges - São grupamentos de espíritos que atuam no Plano Espiritual, recebendo a falange, o nome de seu chefe.
Legiões - O mesmo que Falanges, porém, espíritos em faixa evolutiva superior.
Linhas - O mesmo que Legião, porém, espíritos ou divindades que não necessitam mais de evolução espiritual.
Encruzilhada - Local onde se cruzam dois caminhos.
Local onde se realiza o contato permanente de Exu com Ogum, que incumbe os Exus de suas tarefas, transmitindo-lhes as ordens superiores.
Cumprimento Ombro-a-Ombro - Quando um Guia cumprimenta um consulente ou um assistente com o bater de ombro, isto é sinal de igualdade, de fraternidade e grande amizade.
Macaia - Lugar de retiro, em plena mata, onde os médiuns vão descansar, refazendo suas forças psíquicas, no contato direto com a natureza e local nativo do "habitat" de Orixás.
Ali se faz oferenda aos Orixás daquele "habitat" (casa).
Pontos de Segurança - São os pontos que se riscam e cantam no início da Sessão.
Têm por finalidade, como o próprio nome já diz, trazer segurança para os trabalhos daquela Sessão.
Tais pontos impedem a intromissão de espíritos maléficos.
Sem tais pontos, os trabalhos realizados naquela Sessão ficariam nulos ou perderiam quase todo o efeito.
Sessão - Reunião dos adeptos da Umbanda para promoverem os seus desenvolvimentos espirituais, homenagem ou procura de curas de males materiais e espirituais.
Eledá - Orixá guardião da vida da pessoa.
Batismo - É realizado através da água, do fogo (vela), do sal, das ervas, da pemba e óleos sacramentais.
Amaci - São ervas frescas maceradas na água limpa (de cachoeiras, nascentes, etc...) que tem por finalidade a lavagem de cabeça em especial, para tranqüilizar a mente e intelecto de seus adeptos.
Gira - É a cerimônia onde são invocados os espíritos.
Cambono - Tem por obrigação atender as entidades quando incorporadas e interpretar sua fala para os consulentes.
É um médium, designado para tal função.

sábado, 16 de julho de 2011

Elementais – fogo, ar, água, terra


O nome Elemental significa “Espírito Divino”.El=senhor;mental=vibração mental superior. Estes são os espíritos da natureza.
Deus, por interferência amorosa de Seres de Luz, concedeu a três Reinos, paralelamente, a oportunidade de evolução. Estes três Reinos são: Elemental, Angélical e Humano.
A história nos conta sobre os seres elementais, desde a mais remota antiguidade. E, os antepassados de toda a humanidade legaram inúmeros relatos a respeito dos mesmos.
No início da humanidade na Terra, os seres da natureza, encarregados de cada elemento, cuidaram para que tudo fosse feito com exatidão e ordem:
 1)- A Terra ainda numa massa de gases de matéria incandescente radioativa, coube aos elementais do fogo executarem seu trabalho;
2)- Na época dos grandes ventos, os elementais do ar, zelaram pela evolução desses gases de modo a tornar o ambiente apto a receber formas de vida:
3)- Quando esses gases se precipitaram sobre a água, os elementais da águamodificaram o aspecto denso desse líquido;
4)- Então, iniciou-se a solidificação, surgindo aos poucos os continentes que foram fertilizados pelos elementais da terra.
A criação representa um todo inseparável, uma corrente cujos elos não podem ser rompidos.
Os Elementais são os dinamizadores das energias das formas e integram-se aos Elementos da Natureza:
Elemento Terra: Esse elemento e seus dinamizadores trabalham para que a humanidade tenha corpos perfeitos, e possam desenvolver suas atividades espirituais a nível cósmico.
A ação qualificadora destes seres é representada por vulcões e terremotos.
No nosso corpo, este elemento é representado pelos sais minerais.
Livres da ganância nos aproximamos dos Seres da Terra.
Trabalhando com a terra temos: Gnomo, Duende, Fada, Dríade, Elfo, Pã, Flor do Campo (c. florz.), Curupira, Saci.
Dirigentes do Elemento Terra: Pelleur e Virgo.
Elemento Água: Este elemento e os seres que fazem parte dele, estão relacionados ao nosso corpo Emocional, tendo a função de depurá-lo. No plano físico, são grandes agentes de purificação da atmosfera e principalmente na agricultura.
Sua ação qualificadora é demonstrada em enchentes, maremotos etc.
No corpo humano, o elemento líquido representa 70% do seu volume.
Livres das fraquezas, através da firmeza, nos aproximamos dos Seres da Água.
Trabalhando com a água temos: Ondina, Nereida, Sereia, Naiade (grécia), Uiara, Mãe D’água.
Dirigentes do Elemento Água: Netuno e Lunara.
Elemento Fogo: Esse elemento, e todos os seres que habitam o mesmo, representam a maior força possível, uma vez que são a expressão do próprio Fogo Sagrado de onde provém as várias chamas atuantes nos universos.
A ação qualificadora deste elemento provém das atividades vulcânicas e grandes queimadas.
No corpo humano, esse elemento funciona através da temperatura,expressões emotivas e psíquicas.
Dominando as paixões, o ser humano aproxima-se desses seres.
Trabalhando com o fogo temos: Salamandra, Njami (Sibéria), Ucha (Índia) Boitatá.
Dirigentes do Elemento Fogo: Hélios e Vesta. (Força Criadora).
Elemento Ar: Esse elemento e seus dinamizadores, são de extrema importância para a manutenção da vida no plano físico. Sem o Ar, o ser humano não pode sobreviver.
A atividade benéfica dos Seres do Ar é sentida na brisa, no impulso dos barcos, navios e aviões.
Sua atividade qualificadora está nos furacões, ciclones, tempestades.
No corpo do homem o ar está na respiração, no alento divino.
Com a constância, o homem aproxima-se dos seres do ar.
Trabalhando com o ar temos: Silfo, Silfide, Íris (Grécia), Indra (Índia), Bórea (Grécia).
Dirigentes do Elemento Ar: Thor e Aries.
EVOLUÇÃO
A escalada da evolução, parte dos pequenos elementais da terra seguindo até os dirigentes de grandes extensões e compreensão, chamados Devas e Elohim.
Elohim: São os dirigentes do Reino, ponto alto da Hierarquia Elemental. Trabalham junto aos Mestres Ascensionados e Arcanjos. São doadores do modelo divino para formação dos espaços materiais.
Deva: Palavra sânscrita que significa “Ser Brilhante”. São encarregados da dinamização de grandes áreas como: mares, florestas, cadeias de montanhas, grandes árvores, tendo a seu encargo a instrução de seres menores no trabalho da natureza.
Veladores Silenciosos: Estes seres cuidam da proteção energética de Planetas, Sistemas, Universos, Galáxias. São encarregados também da recepção dos apelos dos seres humanos, energizando-os e elevando-os ao Pai, recolocando-os qualificados e atendidos diretamente ao alcance da humanidade.
A INVISIBILIDADES DESSES SERES
Os materialistas, não acreditam na existência dos Seres da Natureza alegando não serem visíveis.
A invisibilidades desses seres é explicada pelo fato de serem formas etéricas, habitantes de planos energéticos com múltiplas graduações, não perceptíveis aos olhos humanos.
Muitas observações mostram que os Elementais usam duas formas distintas:
Ø O Corpo Astral Permanente.
Ø Um veículo etérico materializado Temporariamente.
As ações resultantes do seu trabalho, sim, são visíveis.
Como exemplo, podemos citar a Comunidade de Findhorn (Escócia). Num local totalmente impróprio para a agricultura, fizeram surgir, com sua orientação, flores, verduras, árvores frutíferas etc.
Na ocasião (1962), este fato chamou atenção das autoridades governamentais do país, que mandaram examinar o local.
Nos exames foi constatada ausência de qualquer ingrediente químico e que a terra havia sido enriquecida de forma natural e inteligente.
Participemos junto aos Elementais na evolução do Planeta Terra. Assim teremos efetuado nosso papel como co-criadores universais.
FAMÍLIA CÓSMICA
Temos uma família cósmica que nos acompanha na caminhada da Evolução.
Vamos hoje, fazer uma aliança de intenções para que nos ajudem a manter a saúde em nossos corpos, para nos manter saudáveis e conectados com nossa divindade interna.
Sintonizando o Reino dos Elementais
Condições ideais para contatar os Elementais:
1) Com base nas condições climáticas, podemos ser ajudados no contato:
Terra / Água = Junho, Julho, Agosto (Inverno).
Água / Ar = Março, Abril, Maio (Outono).
Ar / Fogo = Dezembro, Janeiro, Fevereiro (Verão).
Fogo / Terra = Setembro, Outubro, Novembro (Primavera).
2) Tendo como base o signo e o nome:
ElementoVogalSignoElemental
FogoIÁries / Leão / SagitárioSalamandra
TerraUTouro / Capricórnio / VirgemGnomo
ArEGêmeos / Libra / AquárioSilfo
ÁguaOCâncer / Escorpião / PeixesOndina
ÉterAO éter é a substância de onde emanam todos os elementos da criação, elementais e signos
FILHOS DA TERRA
Estes terão de encarar o desafio de enfrentar os estímulos energéticos do mundo ao redor.
É importante revigorar a conexão com a energia do gnomo pessoal andando descalço no barro ou grama. Passar algum tempo junto a plantas e árvores.
São ligados ao Arcanjo Uriel. O Rei do Elemento é Ghob. O Elohim é Tranquilitas (O Guerreiro que marcha). 6º Raio – Rubi / Devoção-Paz.
FILHOS DA ÁGUA
Nestes predomina o intenso envolvimento emocional.
Necessitam da aproximidade com a água. A imersão total é o ideal, pois fortalece a ondina pessoal, uma vez que a água é sua força equilibradora.
São ligados ao Arcanjo Gabriel. O Rei do Elemento é Niksa. O Elohim é Claire (A Harmonia x Conflito = crescimento). 4º Raio – Branco / Ascensão-Pureza.
FILHOS DO AR
Nestes predomina a ordem mental e o envolvimento social.
Para recarregar o elemento primordial e fortalecer o silfo pessoal, precisam de ar puro e eletricamente carregado.
Topos de montanha, locais afastados da umidade, onde o ar é seco e vivificante, é muito bom para reconectá-los.
São ligados ao Arcanjo Rafael. O Rei do Elemento é Paralda. O Elohim é Vista (O que protege o segredo). 5º Raio – Verde / Verdade-Cura.
FILHOS DO FOGO
As pessoas do fogo necessitam de muito sol e atividades vigorosas para realimentar seus veículos.
Necessitam passar bastante tempo ao ar livre. Os lugares onde o sol brilha com força e intensidade são essenciais a sua saúde e ligação com a salamandra pessoal, bem como com os demais elementos.
São ligados ao Arcanjo Miguel. O Rei do Elemento é Djinn. O Elohim é Hércules (O que abre portas). 1º Raio – Azul / Vontade-Poder.