Mukuiu é um pedido de bênçãos (para a nação Bantu e para as Umbandas derivadas) a resposta é Mukuiu N´Zamby (que Deus te abençoe). Para os Jejê e també, Ketu (e Umbandas derivadas), o pedido de benção será Kolofé e a resposta Kolofé Olorum.
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Saravá, Motumbá, Kolofé, Mukuiu, Mojubá – O que significam?
Mukuiu é um pedido de bênçãos (para a nação Bantu e para as Umbandas derivadas) a resposta é Mukuiu N´Zamby (que Deus te abençoe). Para os Jejê e també, Ketu (e Umbandas derivadas), o pedido de benção será Kolofé e a resposta Kolofé Olorum.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
O significado da palavra SARAVA
Para esclarecer coloco o significado da palavra Sarava.
É nada mais, nada menos que uma saudação com o mesmo significado de Namastê e Aloha. Também funciona como o amém dos católicos e Paz, irmão, das seitas ditas evangélicas.
É nada mais, nada menos que uma saudação com o mesmo significado de Namastê e Aloha. Também funciona como o amém dos católicos e Paz, irmão, das seitas ditas evangélicas.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
O Tridente de Exú
Quando falamos no tridente alguns pensam ser uma forma do mal, mas isso não é verdade desde o primórdio da natureza Deuses e Tridentes já se misturavam, videm Poseidon o Deus dos Mares. O Tridente é o Simbolo do Poder e assim é com Exu. O Significado do Tridente de Exu na Umbanda é explicado no seguinte texto.:
"O tridente é uma simbologia magística do ternário em conjunção com a mãe terra, ou seja representa as três pontas voltadas para cima, buscando alcançar o limiar das
"O tridente é uma simbologia magística do ternário em conjunção com a mãe terra, ou seja representa as três pontas voltadas para cima, buscando alcançar o limiar das
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Lembre-se que a Umbanda...

Umbanda não é grandiosidade de magos, é diminuição de vaidades frente às equânimes leis evolutivas;
- Umbanda não é mistério, é simplicidade;
- Umbanda não tem grandiosos trono, tem toco de velho;
- Umbanda não tem cetro de poder, tem o balanço do caboclo;
- Umbanda não dá curso pago, ensina gratuitamente os segredos;
- Umbanda não tem pastor de rebanhos, conduz à auto-iniciação resgatando a criança divina interna de cada um;
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
O Significado da incorporação

Incorporação; ação de incorporar;
1. dar forma corpórea a:
2. juntar num só corpo:
3.unir, ligar, reunir (em um só todo):
4 agregar (pessoa física ou jurídica) sob a forma de companhia ou sociedade por ações, cotas, com um fim de construir edifícios, etc;
5 tomar corpo, 6 ingressar em; reunir-se, juntar-se.
Eis toda definições contidas no dicionário, mas falando no sentido espiritual qual seria seu real significado?
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Humildade X Orgulho
Essa palavra é muito usada, mas nem todas as pessoas conseguem entender o seu verdadeiro significado.
O termo humildade vem de húmus, palavra de origem latina que quer dizer terra fértil, rica em nutrientes e preparada para receber a semente.
Assim, uma pessoa humilde está sempre disposta a aprender e deixar brotar no solo fértil da sua alma, a boa semente.
A verdadeira humildade é firme, segura, sóbria, e jamais compartilha com a hipocrisia ou com a pieguice.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
As Guias

As guias são os colares feitos para serem usados nos trabalhos. É um elemento de ligação do médium com o espírito ou o Orixá. São feitas de pedras coloridas e de cristal, ou sementes de árvores ou arbustos. Todos devem usar a guia do Orixá (Vibração Cósmica) e das entidades com quem trabalham. Existem também as guias daqueles que têm hierarquia dentro do terreiro. O dirigente usa suas guias com sete voltas. Existem dirigentes que não costumam incorporar com a guia de dirigente. Tiram-nas antes de receber a entidade com a qual vão trabalhar. Guias feitas de plástico ou fantasia não têm imantação. Servem apenas como adorno.
Usa-se ainda uma guia pequena no dia-a-dia, nas cores do Orixá. Serve como proteção diária.
Usa-se ainda uma guia pequena no dia-a-dia, nas cores do Orixá. Serve como proteção diária.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Doenças e suas Relações
A postagem de hoje não visa atrapalhar qualquer conhecimento nem substituir a medicina é apenas um esclarecimento do que PODE acontecer. e a Mensagem final é linda.
domingo, 17 de julho de 2011
A pemba na umbanda!!!

Pemba é um objeto presente nos rituais Africanos mais antigos que se conhecem. É fabricada com o pó extraído dos Montes Brancos Kimbanda e a água que corre no Rio Divino U-Sil. É empregada em todos os Rituais, Cerimônias, festas, reuniões ou solenidades africanas. Os médiuns e as Entidades Espirituais que atuam no Centro de Umbanda costumam desenhar pontos riscados com um giz de calcário, conhecido como pemba. Esse giz mineral, além de ser consagrado para ser utilizado nos pontos riscados, também pode ser transformado em pó e utilizado para outros fins de rituais de limpeza e proteção.
Quando uma Entidade se utiliza da pemba para riscar os pontos, ela está movimentando energias sutis que, dependendo dos sinais, pode atrair ou dissipar energias. Esses símbolos estão afins a determinada “egrégoras”, firmadas no astral, há muito tempo. A pemba, quando cruzada, ou seja, magnetizada por uma Entidade, se torna um grande fixador de energias. A pemba é utilizada para riscar pontos nas pessoas, mas principalmente riscar os pontos no chão. Cada ponto tem um significado que só a Entidade que risca sabe. O ponto quando riscado está criando um elo com o plano espiritual que emana energias, fluídos e vibrações diretamente no ponto. Na maioria dos casos quando é riscado um ponto a entidade põe alguém necessitado dentro dele, é quando a pessoa, às vezes, sente as vibrações, dependendo de sua sensibilidade. É possível também um médium vidente ver os pontos riscados brilharem e emanarem luzes diversas. A cor da pemba varia de acordo com as regras de cada centro e de acordo com cada Entidade. Normalmente ela é branca.
O termo pemba também é utilizado com relação à Lei Maior, ou seja, os trabalhadores da Umbanda são filhos de pemba, ou seja, estão sobre a proteção da Lei Maior. Dependendo de sua conduta, cumprindo com suas tarefas no Bem, ele estará protegido, ou caso não aja decentemente, lhe será cobrado para que responda pelo mal que fez e volte a caminhar no Bem.
A Pemba, através do seu elemento ígneo, fogo,
Manipula as energias psíquicas do ser humano;
Pela água lava, limpando o espiritual da áurea;
Pelo ar transporta para o campo de origem;
Pela terra, através de seus filtros, retorna suas
Funções equilibrantes.
Manipula as energias psíquicas do ser humano;
Pela água lava, limpando o espiritual da áurea;
Pelo ar transporta para o campo de origem;
Pela terra, através de seus filtros, retorna suas
Funções equilibrantes.
Pela pureza, a Pemba é um dos poucos elementos
Que pode tocar a cabeça do médium, sendo utilizada
Para lavagens de cabeça, banhos de descarrego, etc.
Que pode tocar a cabeça do médium, sendo utilizada
Para lavagens de cabeça, banhos de descarrego, etc.
Confecciona-se a Pemba com uma substância
Chamada “caulim” (argila pura de cor branca),
Importado da África. Com o tempo, o “caulim”
Foi substituído pela dificuldade de importação,
Pelo “calcário” e a ”tabatinga”.
Chamada “caulim” (argila pura de cor branca),
Importado da África. Com o tempo, o “caulim”
Foi substituído pela dificuldade de importação,
Pelo “calcário” e a ”tabatinga”.
Sua confecção é bem simples;
Basta misturar uma pequena quantidade do material
Citado acima triturado com um pouco de goma arábica
Diluída em um pouco de água, Deixá-la secar um pouco,
E antes que a massa endureça dar a ela o formato desejado.
Basta misturar uma pequena quantidade do material
Citado acima triturado com um pouco de goma arábica
Diluída em um pouco de água, Deixá-la secar um pouco,
E antes que a massa endureça dar a ela o formato desejado.
Postado no blog Umbanda Fé Verdadeira: http://umbfeverdadeira.blogspot.com/
Sentido das oferendas

Devem ser feitas e entregues com o maior capricho possível.
Não precisam ser caras, mas devem ser Bonitas. As cores e o Material usado varia muito, dependendo da entidade, Ou do Orixá A Ser Oferendado Como Também do objetivo do trabalho.
Nas oferendas em geral, Costuma-se forrar o local aonde será Assentada ou entregue Com um pedaço de tecido, folhas de Vegetais ou folhas de papel De seda.
Alguns materiais usados em oferendas para diversos Fins são Frutas diversas, rosas ou flores do campo, plantas e ervas.
Sabemos também que a nossa maior benção é ter a força da Natureza À nossa disposição, Afinal cada orixá ou guia a se Oferendar Tem um Ponto de Força Dentro da Natureza. Um ponto de Força, além de ativar a Divindade, ativamos
Também As forças elementais da natureza deste local em uma Ação dupla de pura Força e Poder.
Portanto, além de termos uma grande responsabilidade com a Preservação da natureza, temos também a responsabilidade de Saber onde, como e para quem pedir o amparo e a sustentação Em nossas dificuldades, assim não ativaremos forças contrárias Ou desnecessárias às nossas necessidades.
Vejam só a importância deste conhecimento Neste Exemplo Corriqueiro Dentro dos Terreiros:
Imaginem que uma ‘Fulana’ está perdidamente apaixonada por Um homem comprometido, que a tem como segundo plano.
A Que Orixá ‘Fulana’ deve oferendar solicitando ajuda? A maioria Responderia essa questão dizendo que a oferenda deveria ser feita À Orixá Oxum, mas eu digo que, neste caso, ‘Fulana’ deve oferendar O Orixá Oxumaré. Calma, eu explico: como pedir a Oxum a união e A harmonia entre o casal se essa união é errada? Afinal ele é Comprometido! Não seria mais correto pedir a Oxumaré a diluição Dos sentimentos viciosos e desequilibrados que envolvem os dois Para que assim, libertos do vicio da paixão, eles possam equilibrar Seus sentimentos? Não seria mais correto pedir a Oxumaré uma Renovação emocional abrindo horizontes e energias mais puras?
A mesma coisa é pedir movimento e direção na vida a Nanã, abertura De caminho a Oxalá ou paciência a Ogum! Não é que as Forças Divinas Não atenderão nossas solicitações, mas se podemos facilitar, agilizar, Melhorar e, principalmente, direcionar nossas solicitações por que Não fazê-las? É uma questão de bom senso e sabedoria, não acham? Por isso, preparei um material de estudo bem resumido e de fácil Compreensão para que todos possam direcionar ao máximo suas Solicitações em oferendas, lembrando que, antes de tudo, o auto Conhecimento, o respeito e a fé são fundamentais.
OXALÁ – Oferendamos Oxalá quando necessitamos fortalecer ou despertar em nosso íntimo os sentimentos de fé, paciência, tolerância, perdão e compaixão. Quando precisamos colocar em nossas vidas mais esperança e confiança.
OYÁ – Oferendamos Oyá quando necessitamos despertar ou equilibrar a religiosidade em nossas vidas, ou seja, é a Ela que clamamos quando nossa fé ou nossa religiosidade está desvirtuada pelo fanatismo, quando está ausente ou até pela má utilização da fé. É Oyá quem absorve os excessos da fé. A Ela também solicitamos envolver, purificar e redirecionar, com suas ondas espiraladas, os eguns perdidos no tempo, aqueles espíritos que ha muito tempo vagam no astral, que já se encontram perdidos e com seus mentais vazios tornando-se alvos fáceis para as grandes quiumbas que os escravizam e os utilizam para o mal. Além desses tipos de eguns, Ela também recolhe aqueles que nos acompanham desde muito tempo, de vidas passadas, e que por um sentimento de vingança emocional nos envolvem desequilibrando-nos até hoje. Ela é a Dona do Tempo cronológico.
OXUM – Oferendamos Oxum pedindo que Ela amoleça o nosso ou outros corações, a fim de se tornarem mais amorosos. Pedimos a Ela que estimule a união através dos sentimentos de amor puro e fraternal. Só através do amor puro é que a verdadeira união acontece e essa união vale em todos os sentidos (profissional, social, familiar, etc). Com essa união vem a felicidade, ou seja, a verdadeira prosperidade é concedida a nós. Portanto Ela é a Mãe da Concepção, aquela que tudo concede quando há amor.
OXUMARÉ – Oferendamos Oxumaré quando é necessário diluir sentimentos que estão desequilibrados. Por se tratarem de sentimentos viciados eles são ou se tornarão dolorosos como, por exemplo, o sentimento da paixão ou do desejo. É importante salientar que algumas vezes não percebemos o desequilíbrio emocional em que nos encontramos, portanto, se fazem necessários o autoconhecimento, o verdadeiro querer melhorar e, principalmente, a fé.
A Oxumaré solicitamos também que renove o nosso emocional trazendo a pureza dos sentimentos pois este é o Orixá da renovação do amor na vida dos seres. Ao trazer a cura emocional Ele é também capaz de, automaticamente, curar o físico, sendo assim, oferenda-se Oxumaré também para solicitar a cura
Como o Caminho Religioso.
OXÓSSI – Oferendamos Oxóssi para que ele nos ajude no raciocínio consciente, ou seja, para que ele nos traga o conhecimento, o esclarecimento e a sabedoria em todos os sentidos da vida. A Ele também solicitamos a coragem, a rapidez, o espírito caçador para as novas empreitadas. Pedimos que sustente nossa caminhada espiritual com sabedoria e que cure nossos mentais desequilibrados. Oxóssi é um Orixá guerreiro, que nos traz a força da atitude, a força da vontade, enfim, é o Orixá que nos ajuda naquilo que mais precisamos para evoluir: O Conhecimento. É um Orixá que tem como domínio as matas e ervas e por isso propicia também a cura energética e mental.
OBÁ – Oferendamos Obá para pedir concentração mental e quietude racional, ajudando a boa memória e a capacidade de assimilação mental. No entanto, a Ela também solicitamos que nos ajude a eliminar pensamentos negativos ligado aos dogmas e conhecimentos errôneos, pedimos que nos ajude a esquecer aquilo que nos negativa. Obá, com sua ação discreta e firme, estimula nossa interiorização favorecendo o auto conhecimento e paralisando todas as formas viciadas de conhecimentos. Essa Orixá nos traz o sentido do “chão firme”, portanto, devemos clamá-la naqueles momentos em que nos encontramos sem chão ou aéreos demais, precisando de concentração e firmeza de pensamento.
XANGÔ – um dos Orixás mais temidos pelo fato de ser Ele o determinador da Justiça e quem ativa a Lei em nossas vidas, fazendo valer o ponto que diz “quem deve paga e quem merece recebe”. Portanto, oferendar Xangô é muito forte e muito especial, é nesse momento que devemos baixar nossas cabeças e permitir que seja feita a vontade de Deus e não a nossa. E é esse o “espírito da coisa”: não se oferenda Xangô para pedir a nossa justiça, mas a justiça Divina. Infelizmente, isso pouco acontece, pois as pessoas estão viciadas em seus desejos e julgamentos e vão logo aos pés do Grande Rei Xangô pedir seus desejos, o que é um grande erro. Devemos oferendar Xangô para buscar e pedir equilíbrio entre a razão e a emoção, a justiça, a sensatez, a razão, a determinação e a coragem para recebermos aquilo que merecemos. Pedimos a Ele que nos mantenha sensatos e livres de quaisquer julgamentos, tanto os que emitimos quando os que recebemos.
EGUNITÁ – mesmo sabendo que poucos conhecem ou cultuam essa Orixá, vale a pena dizer que Ela é o fogo vivo e divino, Antigamente Era Denominada Iansã do Fogo Em Alguns Terreiros, portanto a Oferendamos quando queremos que essa ação do fogo queime e consuma todas as energias negativas, todos os excessos emocionais e todos os cordões negativos que nos envolvem e envolvem nossas casas. Ela também ajuda a consumir energias de vícios.
OGUM – falar desse Orixá é falar de coragem, lei, ordem, ordenação, retidão e determinação, portanto Oferendamos Ogum para receber em nosso íntimo esses atributos e para manifestá-los em todos os sentidos das nossas vidas, seja profissional, material, emocional ou espiritual. Quando o Oferendamos pedimos também que nos envolva com sua força guerreira, solicitamos a abertura de nossos caminhos e a proteção de seus Guardiões da Lei. Ogum não julga nada nem ninguém, pois esta atribuição pertence a Xangô. Ogum é quem aplica a Lei, portanto oferendar Ogum no sentido de submissão à Lei Maior e à Justiça Divina (ou seja, submissão a Deus) é dar as costas para receber os “chicotes” da Lei. Esses doem, mas são necessários para cessar nossas dividas cármicas acelerando nossa evolução espiritual. Feliz daquele que tem coragem, amor e fé suficientes para sentir tão grande Poder e Ação, fazendo valer o ponto: “o que se ganha de Ogum só Ogum pode tirar”. É por isso que dizemos que Ogum é quem ativa nossas próprias demandas como também é o único que tem o Poder de ordenar a quebra de nossas demandas, tudo pela determinação da Lei de Deus.
YANSÃ – Oferendamos Yansã para pedir movimento e direção em todos os sentidos da vida, a Ela solicitamos que nos envolva com sua Força guerreira para nos ajudar em nossas mudanças e conquistas, portanto, a Oferendamos quando estamos com nossas vidas estagnadas, quando nos encontramos depressivos, sem energia, sem direção, perdidos e cheios de dúvidas, afinal Yansã é a manifestação da alegria e da paixão pela vida e pelo que faz. Pedimos também a força e o movimento de Yansã para que envolva e encaminhe todos os eguns, espíritos negativos que desvirtuam nossa caminhada material, emocional e espiritual, direcionando-os aos domínios de Obaluaiyê ou Omulu onde serão conduzidos aos seus lugares de merecimento. Ela esgota os seres e os redireciona, abrindo novos caminhos por onde evoluirão de forma menos emocional. Yansã é a Orixá do Tempo climático, Senhora dos ventos, dos raios, do movimento e da direção.
OBALUAIYÊ – Oferendamos este Orixá para pedir que Ele nos ajude em nossa evolução espiritual e que nos traga a sabedoria junto com a paciência – a sapiência. Ele é o Senhor das Passagens, portanto é ele quem permite a nossa passagem de um nível para outro, isso quer dizer que é ele quem nos conduz e quem abre as porteiras em nossas mudanças de estágios ou graus espirituais, por isso é a Ele que clamamos quando nos encontramos estagnados e paralisados. Também é Ele quem nos conduz nas mudanças de estado encarnado para desencarnado e vice-versa, ou seja, é ele quem acolhe os espíritos que acabaram de desencarnar, assim como conduz os espíritos que irão reencarnar. A Ele pedimos estabilidade, proteção e sabedoria anciã. Também pedimos para transmutar e transformar nossos sentimentos, portanto, é Ele quem permite e proporciona a cura da alma.
NANÃ – Oferendamos Nanã para solicitar que Ela decante nossos sentimentos e lembranças negativas, que nos ajude a esquecer as mágoas, o rancor, a dor, etc. A Ela pedimos maturidade e mobilidade para viver em harmonia e com sabedoria.
YEMANJÁ – a grande Mãe da Vida é ofertada quando precisamos de coisas novas em nossos caminhos, por isso pedimos a Ela que gere em nós a vontade de viver, de crescer, de melhorar, etc. Pedimos que Ela gere em nós, e para nós, novas oportunidades em todos os sentidos da vida. Como grande Mãe que é, Ela rege a família e portanto equilibra e apazigua os laços familiares e o sentido de “ser mãe”. Ela nos favorece suas qualidades geradoras, renovadoras e criacionistas, ou seja, Ela nos permite buscar coisas novas, aguçando nossa criatividade e estimulando nossas percepções.
OMULU – sabemos que muitos identificam Omulu e Obaluaiyê como sendo o mesmo Orixá, no entanto, a ação de Omulu é muito mais ativa, pois é um Orixá cósmico, ou seja, atua em nossa vida de forma ativa paralisando nossos desequilíbrios e punindo, caso seja necessário, as terríveis quiumbas que já se encontram de forma super negativadas. Portanto solicitamos a Omulu, o grande Orixá do Fim, que coloque um fim nas ações do baixo astral, um fim em nossos desequilíbrios emocionais e espirituais, assim como um fim às dores da alma, do físico e da mente.
Alguns pontos que merecem ser destacados e devem ser lembrados no momento de oferendar:
• A melhor e mais poderosa de todas as oferendas é aquela que fazemos sem pretensão alguma, somente com o sentido de agradecimento. Essa é a oferenda religiosa que tem como guia nosso coração e que pode ser realizada dentro da nossa casa a qualquer hora, é só ofertar ao Orixá o nosso amor e a nossa fé. Pronto! Eis o segredo da felicidade.
• Tudo que for solicitado só será atendido diante da necessidade e do merecimento da pessoa, portanto, as oferendas não devem ser confundidas com barganhas.
• Não adianta a pessoa oferecer uma feira inteira ao Orixá se não tiver Fé. Muito mais do que está sendo oferecido as Divindades esperam o amor, o respeito, a fé e os sentimentos positivos do fiel no momento da oferenda.
• As Divindades não comem os elementos ofertados, Elas apenas absorvem as energias dos elementos e as conduzem aos seus fieis de forma potencializada e divina, portanto, Ogum não bebe a cerveja, Oxalá não come a canjica, Oxóssi não come as frutas, etc.
• Lembre-se sempre de preservar a Natureza e o respeito à sociedade. Não deixe sujeira nos pontos de força. A Umbanda e a Natureza agradecem.
Artigo extraido do site Templo de Umbanda caminho da fé - http://www.tucaminhodafe.org/index.php?page=articles&op=readArticle&id=16&title=SENTIDO-DAS--OFERENDAS
Origem da palavra Umbanda
Hoje gostaria de abordar o tema da origem da palavra "umbanda".
Estudo que nos levam aos primórdios da humanidade,nos mostra numa das liguagem mais primitivas que é a adâmica que a palavra "Umbanda" é a junção de tres palavras:Aun= que quer dizer "conjunto,grupo"
Ban= que quer dizer "lei,regra"
Dãn= que quer dizer "Deus,divino"
Isso nos mostra que "Umbanda" provém da palavra "Aumbandãn" e quer dizer:Conjunto das Lei de Deus.Fazendo um paralelo vemos que uma das maiores leis dentro da espiritualidade é a Lei do Livre Árbitrio,depois as entidades nos lembram sempre da Lei de Causa e Efeito,e a famosa Lei de Salva.Então vemos que a Umbanda é um sistema de leis que todo umbandista deve seguir,pois sabemos que nenhuma dessas leis falham,por isso devemos sempre vigiármos nossos passos.
Um Grande abraço á todos e que Oxalá nos ilumine sempre
Axé !!!
sábado, 16 de julho de 2011
Significados de palavras na Umbanda
Abaré: Médium já desenvolvido.
Abaré-Guassu: Grande trabalho.
Abar-Mirim: Médium em início de desenvolvimento.
Alguidar: Vasilha de barro onde se coloca comida votiva.
Aldeia: Terreiro; Templo; o conjunto de pessoas nele contida (caboclo).
Amassi ou Amaci: Líquido preparado de folhas sagradas, maceradas em água, deixando repousar durante sete dias. Destinado a banhar a cabeça dos médiuns. As folhas são do orixá chefe do templo e as de Ossain.
Amarrado: Estado do indivíduo atingido por vibrações maléficas, que prejudicam sua vida, seus negócios.
Amuleto: Objeto com finalidade protetora (poder passivo), que se traz pendurado ao pescoço, consigo na roupa, guardado no bolso, na bolsa ou em casa. Considera-se que tenha o poder de afastar os maus fluídos que trazem doenças, má sorte, morte, etc. Pode ser medalha, figura, inscrição ou objetos, dentro de um saquinho ou qualquer objeto "preparado", para defesa, de qualquer material: pedra, marfim, madeira, metal, pano, etc.
Aparelho: Designa a pessoa que serve de suporte para a "descida" do orixá ou da entidade do médium.
Aruanda: Céu; lugar onde mora os orixás e as entidades superiores.
Ajeum: Nome dado para as comidas votivas servidas dentro do terreiro.
Babá: Termo que entra em grande número de palavras, com diferentes significados. No sentido de pai, compõe o nome de diferentes sacerdotes: Babalorixá; Babaojê; Babalossain; Babalaô, etc.; Chefe feminino nos templos de umbanda; títulos de Orixá nos candomblés;
Babalorixá: Chefe masculino de terreiro; Sacerdote de candomblé; ou de umbanda (a umbanda também o usa = Babalaô) denominado popularmente "pai-de-santo", dirige tanto o corpo administrativo como o sacerdotal. Substitui o Axogum; pode colher as ervas sagradas. Orienta a vida espiritual da comunidade religiosa.
Baixar: possuir por parte do orixá ou entidade, o corpo de um filho ou filha de santo.
Banda: Lugar de origem de entidade;
Breve: Espécie de patuá; pequeno envelope de pano ou couro, contendo uma oração ou imagem de santo. Usado como proteção
Burro: Termo usado pelos exus incorporados para designar o médium.
Cabeça Maior: Pessoa de alta hierarquia no templo.
Cabeça de Legião: Exus batizados e que controlam os mais atrasados.
Calunga Grande: mar; oceano.
Calunga Pequeno: Cemitério. .
Canzuá: Terreiro, Templo. Local.
Capangueiro: Termo usado no sentido de companheiro.
Caricó: Templo, Terreiro
Carregado: Pessoa que está com m vibrações espirituais, o que demonstrado por mal-estar, medo sem causa, etc.
Caruruto: Charuto.
Casa das Almas: Pequeno Cômodo com velas, cruzes. Alguns templos colocam a imagem de Obaluaie.
Casa Limpa: Templo livre de más influências e de demandas.
Catimbozeiro: Termo para chefe de catimbó, no sentido de feiticeiro terrível.
Cavalo: Pessoa que serve de suporte para os orixás ou entidades. o médium.
Cera dos Três Reinos: 1: Carnaúba; 2: Abelha; 3: Parafina. São empregadas para trabalhos de umbanda. 1: Reino Vegetal; 2: Reino Animal: 3 Reino Mineral.
Chefe de Cabeça: entidade guia protetora do médium.
Chefe de Falange: entidade espiritual muito evoluída. Já livre de reencarnação que serve como guia a um conjunto de espíritos também adiantados e vibrantes em uma mesma corrente espiritual.
Chefe de Terreiro: O mesmo que dirigente espiritual.
Chefe de Legião: Entidade de grande evoluo espiritual, que "descem" nos terreiros representando orixás, dentro de suas linhas ou correntes vibratórias.
Choque de Retorno: ao de voltarem as más vibrações de um feitio. Atingindo quem o fez ou encomendou.
Coité: fruto do coitezeiro - seco ou partido com o meio pintado por dentro e por fora (cuia). Alguns usam coco, outros cabaça.
Compadre: Designação para Exu.
Consulta: Cerimonia dos clientes para resolver seus problemas.
Dar Firmeza do Terreiro: Riscar ponto na porteira, sob o altar, defumar, cantar pontos, etc.; São feitas antes de uma sessão, para afastar ou impedir a entrada de más influências espirituais.
Dar Passagem: Ato do orixá ou guia deixar o médium para que outra entidade nele se incorpore.
Dar passes: Ato da entidade, através do médium incorporado, emitir vibrações que anulem as más influências sofridas pelos clientes, através de feitio, olho gordo, inveja, etc. E que abrem os caminhos.
Demanda: desentendimento, lutas entre orixás ou entidades, entre terreiros, entre pessoas de um terreiro.
Descarga: Ação de afastar do corpo de alguém ou de um ambiente, vibrações negativas ou maléficas por meio de banhos, passes, defumação, queima ou pólvora.
Descarregar: livrar algum de vibrações maléficas ou negativas. Descer: Ato de orixá ou entidade incorporar;
Desencarnar: Ato do espírito da pessoa deixar o corpo - morrer. Desenvolvimento: Aprendizado dos iniciados para melhoria de sua capacidade mediúnica; com a finalidade de incorporação de entidades. No cair no chão, controlar o transe, etc.
Despachar: colocar, arriar em local determinado pelos orixás ou entidades - guias, os restos de oferendas.
Despachar Exu: enviar exu por meio de oferendas (de bebidas, comidas, cânticos e sacrifício animal), para impedir de perturbar a cerimonia.
Despacho: Oferenda feita a exu com a finalidade de envia-lo como mensageiro aos orixás e de conseguir sua boa vontade, para que a cerimonia. a ser feita, no seja perturbada. Oferta feita por terreiros de Quimbanda com a finalidade de pedir o mal para algum, geralmente colocado em encruzilhada. Oferenda a exu com finalidade de desfazer trabalhos maléficos. Colocação no mato, nos rios, etc. das oferendas votivas trocadas no templo por outras novas.
Encarnação: Ato de vir um espírito vida terrestre, tomando um corpo, ou voltar num corpo novo e continuar sua evoluo espiritual. Ato de vir um espírito vida terrestre, tomando um corpo, ou voltar num corpo novo e continuar sua evoluo espiritual.
Encosto: Espírito de pessoas mortas. Que se junta a uma pessoa viva, conscientemente ou no, prejudicando-a com suas vibrações negativas.
Encruza: Ritual realizado pelo dirigente espiritual antes do início das sessões e que consiste em traçar cruzes com pemba na testa, nunca no peito.
Encruza: Local onde habitam os exus; o cruzamento dos caminhos, vias férreas, ruas, etc.
Engira: O mesmo que gira - trabalho - sessão. Entidades: Seres espirituais na umbanda.
Escora: Pessoas que suporta os baques de espíritos obsessores sem ser prejudicados.
Espírito de Luz: espírito muito desenvolvido, superior, puro.
Espírito sem Luz: Espírito inferior, pouco evoluído, apegado ainda matéria.
Espíritos Obsessores: espíritos sem nenhum desenvolvimento espiritual, que se apossam das pessoas, fazendo-as sentirem doentes, prejudicando-as em todos os sentidos
Falange: o mesmo que legião, conjunto de seres espirituais que trabalham dentro de uma mesma corrente (linha). Subdivisão das linhas de umbanda, cada uma com suas funções definidas e dirigidas por um "chefe" - espírito superior.
Fechar a Gira: Encerrar uma sessão. ou uma cerimonia. em que tenha havido formação de corrente vibratória.
Fechar a Tronqueira: Fechar o terreiro às más vibrações dos quiumbas, por meio de defumação e asperso de aguardente nos quatro cantos do local onde se realizar o culto.
Feitio: Irradiação de foras negativas, maléficas contra algum, despacho, objeto que contém vibrações, maléficas para atingir o quem tocar.
Filho de Fé: designação do médium iniciante ou no.
Firmar: concentrar-se para a incorporação
Firmar Porteira: riscar a entrada do templo, um ponto especial para protege-lo de más influências ou fazer defumação na entrada, firmar = dar segurança.
Porteira: entrada do templo.
Firmar Anjo da Guarda: Fortalecer por meio de rituais especiais e oferendas de comida votivas e orixá patrono do médium
firmar Ponto: cantar coletivamente o ponto (cântico) determinado pela entidade que vai dirigir os trabalhos para conseguir uma concentração da corrente espiritual.
Firmeza: o mesmo que segurança., conjunto de objetos com fora mística (axé). Que enterrados no chão protegem um terreiro e constituem sua base espiritual.
Fluídos: emanações positivas ou negativas, das foras cósmicas que podem ser manejadas por agentes espirituais para o bem ou para o mal.
Fora Espiritual: poderes e conhecimento que um médium tem quando em transe e quando as entidades que o protege tem. Grande poder, são fortes e importante no mundo astral. Fundamentos: Leis de umbanda, suas crenças.
Fundanga: pólvora.
Gira: Sessão religiosa, com cânticos e danas para cultuar as entidades espirituais.
Gira de Caboclo: sessão religiosa, o mesmo que gira; só que voltada única e exclusivamente para a linha de caboclo.
Guia: Colar ritualístico especial para cada entidade.
Guia: Entidade espiritual espírito superior. Alguns são o guia protetor do templo, outros do médium Geralmente o guia do terreiro incorpora no dirigente espiritual do templo.
Guia de cabeça: Orixá ou entidade principal do médium, seu protetor.
Guia de frente: O mesmo que guia de cabeça
Homem de Rua: Exu
Homem de Encruzilhadas: Exu
Incorporação: Transe, possessão mediúnica.
Incorporar: Entrar em transe "receber' a entidade.
Legião:Exercito de seres espirituais, o mesmo que falange. Conjunto de seres espirituais de grande evolução, conjunto de espíritos elementares (Exus) em evolução.
Lei da Umbanda: A crença da umbanda e seus rituais.
Linha Branca: Ritual visando unicamente o bem.
Linha Cruzada:Ritual com influência de duas ou mais procedências.
Linha das Almas: Corrente vibratória que congrega os espíritos evoluídos de antigos escravos africanos.
Linha de Cura: Ritual que se ocupa mais com acura física e espiritual do adepto, do que com o culto às divindades.
Linha do Oriente: Congrega espíritos que viveram em povos do oriente.
Macaia: Folhas sagradas. Local das matas onde se reúnem os terreiros.
Macumba: Antigo instrumento musical usado outrora nos terreiros afro-brasileiros. Nome dado que os leigos usam para denegrir a umbanda. Nome que os leigos usam para designar "despacho" de rua (pejorativo).
Madrinha: O mesmo que dirigente espiritual, Mãe de Santo, Babá Sacerdotisa.
Mandinga: Feitiço, encantamento, também praga rogada em voz alta.
Manifestação: Incorporação, transe mediunico.
Manifestar: Ato do ser espiritual incorporar-se em alguém, tomar conta do corpo de alguém.
Marafo: Aguardente, termo muito usado pelos Exus.
Matéria: Corpo, parte material do
Abaré-Guassu: Grande trabalho.
Abar-Mirim: Médium em início de desenvolvimento.
Alguidar: Vasilha de barro onde se coloca comida votiva.
Aldeia: Terreiro; Templo; o conjunto de pessoas nele contida (caboclo).
Amassi ou Amaci: Líquido preparado de folhas sagradas, maceradas em água, deixando repousar durante sete dias. Destinado a banhar a cabeça dos médiuns. As folhas são do orixá chefe do templo e as de Ossain.
Amarrado: Estado do indivíduo atingido por vibrações maléficas, que prejudicam sua vida, seus negócios.
Amuleto: Objeto com finalidade protetora (poder passivo), que se traz pendurado ao pescoço, consigo na roupa, guardado no bolso, na bolsa ou em casa. Considera-se que tenha o poder de afastar os maus fluídos que trazem doenças, má sorte, morte, etc. Pode ser medalha, figura, inscrição ou objetos, dentro de um saquinho ou qualquer objeto "preparado", para defesa, de qualquer material: pedra, marfim, madeira, metal, pano, etc.
Aparelho: Designa a pessoa que serve de suporte para a "descida" do orixá ou da entidade do médium.
Aruanda: Céu; lugar onde mora os orixás e as entidades superiores.
Ajeum: Nome dado para as comidas votivas servidas dentro do terreiro.
Babá: Termo que entra em grande número de palavras, com diferentes significados. No sentido de pai, compõe o nome de diferentes sacerdotes: Babalorixá; Babaojê; Babalossain; Babalaô, etc.; Chefe feminino nos templos de umbanda; títulos de Orixá nos candomblés;
Babalorixá: Chefe masculino de terreiro; Sacerdote de candomblé; ou de umbanda (a umbanda também o usa = Babalaô) denominado popularmente "pai-de-santo", dirige tanto o corpo administrativo como o sacerdotal. Substitui o Axogum; pode colher as ervas sagradas. Orienta a vida espiritual da comunidade religiosa.
Baixar: possuir por parte do orixá ou entidade, o corpo de um filho ou filha de santo.
Banda: Lugar de origem de entidade;
Breve: Espécie de patuá; pequeno envelope de pano ou couro, contendo uma oração ou imagem de santo. Usado como proteção
Burro: Termo usado pelos exus incorporados para designar o médium.
Cabeça Maior: Pessoa de alta hierarquia no templo.
Cabeça de Legião: Exus batizados e que controlam os mais atrasados.
Calunga Grande: mar; oceano.
Calunga Pequeno: Cemitério. .
Canzuá: Terreiro, Templo. Local.
Capangueiro: Termo usado no sentido de companheiro.
Caricó: Templo, Terreiro
Carregado: Pessoa que está com m vibrações espirituais, o que demonstrado por mal-estar, medo sem causa, etc.
Caruruto: Charuto.
Casa das Almas: Pequeno Cômodo com velas, cruzes. Alguns templos colocam a imagem de Obaluaie.
Casa Limpa: Templo livre de más influências e de demandas.
Catimbozeiro: Termo para chefe de catimbó, no sentido de feiticeiro terrível.
Cavalo: Pessoa que serve de suporte para os orixás ou entidades. o médium.
Cera dos Três Reinos: 1: Carnaúba; 2: Abelha; 3: Parafina. São empregadas para trabalhos de umbanda. 1: Reino Vegetal; 2: Reino Animal: 3 Reino Mineral.
Chefe de Cabeça: entidade guia protetora do médium.
Chefe de Falange: entidade espiritual muito evoluída. Já livre de reencarnação que serve como guia a um conjunto de espíritos também adiantados e vibrantes em uma mesma corrente espiritual.
Chefe de Terreiro: O mesmo que dirigente espiritual.
Chefe de Legião: Entidade de grande evoluo espiritual, que "descem" nos terreiros representando orixás, dentro de suas linhas ou correntes vibratórias.
Choque de Retorno: ao de voltarem as más vibrações de um feitio. Atingindo quem o fez ou encomendou.
Coité: fruto do coitezeiro - seco ou partido com o meio pintado por dentro e por fora (cuia). Alguns usam coco, outros cabaça.
Compadre: Designação para Exu.
Consulta: Cerimonia dos clientes para resolver seus problemas.
Dar Firmeza do Terreiro: Riscar ponto na porteira, sob o altar, defumar, cantar pontos, etc.; São feitas antes de uma sessão, para afastar ou impedir a entrada de más influências espirituais.
Dar Passagem: Ato do orixá ou guia deixar o médium para que outra entidade nele se incorpore.
Dar passes: Ato da entidade, através do médium incorporado, emitir vibrações que anulem as más influências sofridas pelos clientes, através de feitio, olho gordo, inveja, etc. E que abrem os caminhos.
Demanda: desentendimento, lutas entre orixás ou entidades, entre terreiros, entre pessoas de um terreiro.
Descarga: Ação de afastar do corpo de alguém ou de um ambiente, vibrações negativas ou maléficas por meio de banhos, passes, defumação, queima ou pólvora.
Descarregar: livrar algum de vibrações maléficas ou negativas. Descer: Ato de orixá ou entidade incorporar;
Desencarnar: Ato do espírito da pessoa deixar o corpo - morrer. Desenvolvimento: Aprendizado dos iniciados para melhoria de sua capacidade mediúnica; com a finalidade de incorporação de entidades. No cair no chão, controlar o transe, etc.
Despachar: colocar, arriar em local determinado pelos orixás ou entidades - guias, os restos de oferendas.
Despachar Exu: enviar exu por meio de oferendas (de bebidas, comidas, cânticos e sacrifício animal), para impedir de perturbar a cerimonia.
Despacho: Oferenda feita a exu com a finalidade de envia-lo como mensageiro aos orixás e de conseguir sua boa vontade, para que a cerimonia. a ser feita, no seja perturbada. Oferta feita por terreiros de Quimbanda com a finalidade de pedir o mal para algum, geralmente colocado em encruzilhada. Oferenda a exu com finalidade de desfazer trabalhos maléficos. Colocação no mato, nos rios, etc. das oferendas votivas trocadas no templo por outras novas.
Encarnação: Ato de vir um espírito vida terrestre, tomando um corpo, ou voltar num corpo novo e continuar sua evoluo espiritual. Ato de vir um espírito vida terrestre, tomando um corpo, ou voltar num corpo novo e continuar sua evoluo espiritual.
Encosto: Espírito de pessoas mortas. Que se junta a uma pessoa viva, conscientemente ou no, prejudicando-a com suas vibrações negativas.
Encruza: Ritual realizado pelo dirigente espiritual antes do início das sessões e que consiste em traçar cruzes com pemba na testa, nunca no peito.
Encruza: Local onde habitam os exus; o cruzamento dos caminhos, vias férreas, ruas, etc.
Engira: O mesmo que gira - trabalho - sessão. Entidades: Seres espirituais na umbanda.
Escora: Pessoas que suporta os baques de espíritos obsessores sem ser prejudicados.
Espírito de Luz: espírito muito desenvolvido, superior, puro.
Espírito sem Luz: Espírito inferior, pouco evoluído, apegado ainda matéria.
Espíritos Obsessores: espíritos sem nenhum desenvolvimento espiritual, que se apossam das pessoas, fazendo-as sentirem doentes, prejudicando-as em todos os sentidos
Falange: o mesmo que legião, conjunto de seres espirituais que trabalham dentro de uma mesma corrente (linha). Subdivisão das linhas de umbanda, cada uma com suas funções definidas e dirigidas por um "chefe" - espírito superior.
Fechar a Gira: Encerrar uma sessão. ou uma cerimonia. em que tenha havido formação de corrente vibratória.
Fechar a Tronqueira: Fechar o terreiro às más vibrações dos quiumbas, por meio de defumação e asperso de aguardente nos quatro cantos do local onde se realizar o culto.
Feitio: Irradiação de foras negativas, maléficas contra algum, despacho, objeto que contém vibrações, maléficas para atingir o quem tocar.
Filho de Fé: designação do médium iniciante ou no.
Firmar: concentrar-se para a incorporação
Firmar Porteira: riscar a entrada do templo, um ponto especial para protege-lo de más influências ou fazer defumação na entrada, firmar = dar segurança.
Porteira: entrada do templo.
Firmar Anjo da Guarda: Fortalecer por meio de rituais especiais e oferendas de comida votivas e orixá patrono do médium
firmar Ponto: cantar coletivamente o ponto (cântico) determinado pela entidade que vai dirigir os trabalhos para conseguir uma concentração da corrente espiritual.
Firmeza: o mesmo que segurança., conjunto de objetos com fora mística (axé). Que enterrados no chão protegem um terreiro e constituem sua base espiritual.
Fluídos: emanações positivas ou negativas, das foras cósmicas que podem ser manejadas por agentes espirituais para o bem ou para o mal.
Fora Espiritual: poderes e conhecimento que um médium tem quando em transe e quando as entidades que o protege tem. Grande poder, são fortes e importante no mundo astral. Fundamentos: Leis de umbanda, suas crenças.
Fundanga: pólvora.
Gira: Sessão religiosa, com cânticos e danas para cultuar as entidades espirituais.
Gira de Caboclo: sessão religiosa, o mesmo que gira; só que voltada única e exclusivamente para a linha de caboclo.
Guia: Colar ritualístico especial para cada entidade.
Guia: Entidade espiritual espírito superior. Alguns são o guia protetor do templo, outros do médium Geralmente o guia do terreiro incorpora no dirigente espiritual do templo.
Guia de cabeça: Orixá ou entidade principal do médium, seu protetor.
Guia de frente: O mesmo que guia de cabeça
Homem de Rua: Exu
Homem de Encruzilhadas: Exu
Incorporação: Transe, possessão mediúnica.
Incorporar: Entrar em transe "receber' a entidade.
Legião:Exercito de seres espirituais, o mesmo que falange. Conjunto de seres espirituais de grande evolução, conjunto de espíritos elementares (Exus) em evolução.
Lei da Umbanda: A crença da umbanda e seus rituais.
Linha Branca: Ritual visando unicamente o bem.
Linha Cruzada:Ritual com influência de duas ou mais procedências.
Linha das Almas: Corrente vibratória que congrega os espíritos evoluídos de antigos escravos africanos.
Linha de Cura: Ritual que se ocupa mais com acura física e espiritual do adepto, do que com o culto às divindades.
Linha do Oriente: Congrega espíritos que viveram em povos do oriente.
Macaia: Folhas sagradas. Local das matas onde se reúnem os terreiros.
Macumba: Antigo instrumento musical usado outrora nos terreiros afro-brasileiros. Nome dado que os leigos usam para denegrir a umbanda. Nome que os leigos usam para designar "despacho" de rua (pejorativo).
Madrinha: O mesmo que dirigente espiritual, Mãe de Santo, Babá Sacerdotisa.
Mandinga: Feitiço, encantamento, também praga rogada em voz alta.
Manifestação: Incorporação, transe mediunico.
Manifestar: Ato do ser espiritual incorporar-se em alguém, tomar conta do corpo de alguém.
Marafo: Aguardente, termo muito usado pelos Exus.
Matéria: Corpo, parte material do
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