sexta-feira, 29 de julho de 2011

Os elos da corrente

Nem todos os médiuns são de incorporação e nem todos os filhos que estão de branco dentro do terreiro trabalham da mesma forma, mas nem por isso um trabalho é menos importante que outro. Gostaria de frisar hoje a importância do cambono no terreiro.

Ogan Daniel - Toque Barra-vento

Ogan Daniel e Marcio Barra-vento Umbanda Fest

A PODEROSA! ... Dona Maria Padilha

Pontos de Exu Veludo

Pontos de Exú - Exú veludo, Caveira, Tranca Ruas, Marabô Toquinho, 7 Encruzilhadas

Ponto de Exú para Umbandistas - Gira de Exú com 12 pontos


Este é um vídeo com imagens para que não ficasse estático. Aqui se encontra 10 minutos de pontos a Exú da Umbanda para aqueles que fazem parte desta religião e a seguem distribuindo caridade e amor ao próximo sem distinção de raça crença ou qualquer tipo de pré-conceito. Que Deus abeçoe a todos.

Nanã - Sete Linhas Tem a Umbanda

A Importância do anjo da guarda

Você sabe a importância dos anjos da guarda na Umbanda?

Bem, os anjos de guarda nos protegem e acompanham a cada dia. E esse acompanhamento também está nas horas de trabalho (sessões).
Sim, porque estamos numa corrente espiritual onde espíritos sem luz e perturbados, confusos, enfim vêm contra nós, os Orixás, Guias, Entidades nos protegem, mas a presença do anjo da guarda antes e depois da incorporação é por demais importante.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

História da Cabocla Jurema

O sol girou uma vez mais ao redor da Terra e quando os raios da manhã tocaram a sua testa, a cabocla gritou:
Sou Jurema!!!
E pulou do galho mais alto da árvore gigante e pareceu voar por entre os pássaros e outros seres alados da floresta; mergulhando no rio profundo, de onde emergiu, nadando com os botos que entendiam o seu canto:

Ogum, Orixá Guerreiro de energia Vibrante, Quente e Pulsante.

Depois de reconhecer que respiramos o mesmo ar que Mandela, depois de entender que grandes Homens surgem com grandes desafios, depois de entender que só com luta se chega a vitória e depois de entender que sem Agir, nada, absolutamente Nada muda em nossa vida, nada melhor que clamar por Ogum para que Ele, Grandioso como é, nos inspire com suas Ações sempre firmes, decididas e convictas.

Credo Umbandista

Creio em olorum, onipotente e supremo

Creio nos Orixás e nos Espíritos Divinos

Que nos trouxeram para a vida

Por vontade deste majestoso Pai

Creio nas Falanges Espirituais

Orientando os homens na vida terrena

Creio na Lei da Reencarnação

E na Justiça Divina, seguindo a Lei do Carma

Creio na comunicação dos Guias Espirituais

Encaminhando-nos para a caridade e a prática do bem

Creio na invocação, na Prece e na Oferenda

Como atos de Fé

E creio na Umbanda, como Religião Redentora

Capaz de nos levar pelo caminho da Evolução

Até o nosso glorioso pai Olorum

Glória à Olorum, glória à Oxalá, glória aos Orixás

E as Entidades Trabalhadoras da Seara Umbandista.

Não direi Mais!

Não direi mais "não posso",

pois Ogum me trará a persistência, determinação e tenacidade para conseguir.

Não direi mais "não tenho",
pois Oxossi me dará a energia vital para trabalhar e obter.

Não direi mais "não tenho fé",
porque Omulu me ensinará a compreender e aceitar meu karma.

Não direi mais "sou fraco",
porque Oxum me trará equilíbrio emocional,
Iemanjá a auto-estima e Iansã clareza de raciocínio para que eu entenda as minhas limitações.

Não direi mais "não sei",
pois Xangô me trará o conhecimento, para que eu o use com discernimento e justiça.

Não direi mais "estou derrotado",
porque aprendi com cada entidade da Umbanda que nada supera a força de sermos filhos de Deus.

Não direi mais "estou perdido",
pois encontrei a Umbanda, que com a luz do amor e da caridade, iluminou minha alma e me deu um caminho.

Umbanda

Sou a fuga para alguns, a coragem para outros.
Sou o tambor que ecoa nos terreiros, trazendo o som das selvas e das senzalas.
Sou o cântico que chama ao convívio seres de outros planos. 
Sou a senzala do Preto Velho, a ocara do Bugre, a cerimônia do Pajé, a encruzilhada do Exu, o jardim da Ibejada, o nirvana do Indu e o céu dos Orixás.
Sou o café amargo e o cachimbo do Preto Velho, o charuto do Caboclo e do Exu; o cigarro da Pombo-Gira e o doce da Criança.
Sou a gargalhada da Padilha, o requebro da Cigana, a seriedade do Tranca-Rua.
Sou o sorriso e a meiguice de Maria Conga e de Cambinda; a traquinada de Mariazinha e Doum e a sabedoria de Urubatão. 
Sou o fluído que se desprende das mãos do médium levando a saúde e a paz.
Sou o isolamento dos orientais onde o mantra se mistura ao perfume suave do incenso.
Sou o Templo dos sinceros e o teatro dos atores.
Sou o mistério, o segredo, sou o amor e a esperança.
Sou a cura.
Sou de ti.
Sou de Deus. 
Quem eu sou? 


Umbanda.